janeiro 25, 2008

...a lua furando nosso zinco, salpicava de jacas nosso chão. Meu poema para São Paulo.


5 comentários:

Anônimo disse...

sampa até tem pés de jacas entre suas pedras??? adoro luas, adoro jacas e adoro sampa... e esse bologue q tá muito legal e poético... carlos.

Bromélia Maria disse...

Pois é, Senhor Carlos. Esse chão de jacas foi por mim encontrado numa casa em ruínas, ao lado do antigo colégio alemão, na Praça Rossevelt. Pois São Paulo é assim, cheio de surpresas.

bel disse...

E as formas destas jacas...Isso é uma surpresa diferente...
beijos brô

Anônimo disse...

poético, lembra chão de estrelas, de orestes barbosa, e vitrines, de chico buarque, as jacas refletindo nas vitrines e nas poças da rua.
Falar em são paulo e culinária, tem algum livro com as receitas de cuscuz paulista, virado a paulista, bisteca com arroz e feijão? Sabe a referência de um livro que ia sair sobre a comida do vale do paraíba?
beijos ciscados,
zeca

Bromélia Maria disse...

Pois, pois. Eu vi esse livro. "Podo" informar-me-se-lhe-te.